terça-feira, 22 de abril de 2014

25 anos de Game Boy

Essa semana o pequeno notável fez 25 anos, e eu poderia vir aqui deixar minha homenagem, falar da importância dele no mercado de consoles etc. etc. Mas prefiro escrever a minha experiência com alguns jogos que joguei nele.

Para começar, fiquei sabendo da existência do Gameboy quando a febre Pokémon estourou, e claro além do Anime eu queria saber sobre o que mais tinha de produtos e foi na Nintendo World 11 que vi e li sobre os games de pokémon e claro, do Game Boy.

E aí logo depois o vi na loja, aquele trambolho gigantesco que pesava pra caramba, claro, pra uma criança de 9 anos. Mas por sorte, meu primeiro Gameboy foi o Pocket, muito menor e mais leve. A única coisa ruim era que usava pilhas palito (AAA) e era caro pra caramba!


Mas chega de enrolar e vamos aos jogos:





 Boxxle - 1989


Boxxle é um jogo de puzzle simples, empurrar a caixa até o pontinho. E o mais incrivel é que até tem uma historinha, você ta andando de boas e da de cara com uma garota. Paixão a primeira vista, e aí você começa a trabalhar empurrando caixas num galpão pra descolar uma grana e chamar a garota pra sair. Vale tudo no amor.
Como todo jogo como esse, a dificuldade é gradativa, mas vai chegando uma hora que enche o saco ficar quebrando a cabeça pra descobrir a ordem correta do puzzle. Aquela garota nem parecia tão legal assim.


Avenging Spirit - 1992

Quando vi o cartucho desse jogo com esse cara de metralhadora pensei: Nossa, deve ser um jogo de ação frenética. Mas ai ao começar a jogar você é um..fantasma?! Claro o titulo dá até uma dica, mas eu não sabia nada de inglês na época. E a história é a seguinte. Você tava lá feliz com sua namorada, e aí leva um tiro e morre, aí o misterioso sindicado do crime levam sua namorada e você é trazido a forma de fantasma pelo pai de sua namorada ( esse sogro é do bão), já que ele é um cientista que estava pesquisando os poderes fantasmais. Se não fosse uma história um tanto quando bem doida, você pode possuir vários personagens, um poder bem bacana. Só que no cenário existem desde bandido com pistolas, até dragões bípedes, ninjas, magos e robôs! E isso é o mais legal do jogo, cada personagem tem poderes diferentes, fazendo o gameplay bem variado cada vez que você começa um jogo novo.
Existem duas barras de energia, uma do fantasma e uma do personagem possuído. Se o personagem morrer você ainda tem chance de possuir outro, mas a barra do fantasma vai sumindo gradativamente e se chegar a nada, é Game Over.
O jogo é muito bom, mas nunca consegui terminar, porque é um tanto grande e as fases vão ficando cada vez mais difíceis, e não tem password, apesar de que se der Game Over você começa no inicio da fase atual e não tudo de novo, mas mesmo assim, desligou o game já era.

Aladdin - 1993
 A versão de SNES é um dos meus jogos favoritos e quando vi o cartucho desse jogo pensei: deve ser quase igual. E aí veio a surpresa. Aladdin com espada? Como assim? Dando espada e matando geral, cade aquele moleque que lutava pra sobreviver e tinha que se contentar com pão e ainda dividir com o Abu? Enfim. Tirando isso o jogo é bom, não é um dos meus favoritos. Anos depois descobri que ele é um port da versão do Genesis. Talvez o porto não tenha ficado muito bom, porque não gostava muito da jogabilidade e a música era irritante.
Demorei anos pra ter coragem de terminar esse jogo, pois ele é um tanto maçante pra se jogar muito tempo.

Golf - 1989
Esse foi o primeiro jogo de Gameboy que joguei. E bom não tinha muito o que fazer nele já que é apenas um jogo de golfe com Mario. Mas ainda assim era bem divertido passar o tempo com esse game. Nunca entendia muito bem as pontuações e depois de muito tempo descobri que quanto menos tacadas melhor era a pontuação.
 Joguei por muito tempo, até chegar o próximo da lista.





Pokémon Yellow - 1999
Minha meta desde que havia conseguido o Gameboy era esse jogo. E como fã do rpg eletrônico, amei de cara o jogo, elevar o Lv até o 100, montar um time da forma que bem quisesse, era melhor que os rpgs que alugava para o SNES! Mas...como fã do anime, claro que montei um time igual do Ash e levei pau bonito em Pewter, pois no anime mostra Ash derrotando Onix com o Pikachu e cheguei lá e só vi a mensagem: "It doesn't affect the Pokémon..." e sabia que era muito ruim quando via a tela preta da derrota. Como treinador persistente, treinei um Caterpie até o Lv 10 para que a Butterfree aprendesse Confusion e derrubasse o Onix. Muito tempo depois descobri um lugar com Mankeys, quando já tinha enjoado de fazer um time igual do Ash.
Com esse game também foi minhas primeiras experiências com detonados. Onde capturar as 3 aves lendárias, quais os tipos que os lideres de ginásio usavam, já que no anime na época o Ash mal tinha 4 insigneas. A Equipe Rocket realmente era uma organização perigosa e sem escrúpulos. A Team Flare da versão X/Y é risível perto da Rocket. Ainda torço para que reapareçam em algum jogo futuramente.
E mesmo anos depois de ter aposentado o jogo ele ainda trazia novidades, entre eles, conseguir o Ditto Shiny, com uma troca louca com o Red Gyarados e o bug pra conseguir o Mew. Mas nunca consegui achar o Missingno, mesmo algumas revistas falando que ele existia nessa versão.


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