segunda-feira, 18 de maio de 2015

Jogando o jogo #3: Saint Seiya Paradise

Saint Seiya Paradise, ou Saikyou No Senshitachi, ou Saint Seiya Paradise - Saikyou No Senshitachi é um jogo de RPG para Game Boy lançado apenas no Japão no saudoso ano de 1988.


Até aqui você já percebeu que se trata de um jogo de Cavaleiros do Zodiaco (duh!). O jogo é bem simples, Seiya e os outros precisam salvar Athena através da Saga do Santuário e de Poseidon. Até aí nada demais, apenas pegando o plot do Mangá/Anime. Mas aí que começa a loucura,
nos primeiros  
minutos você percebe que o jogo não sai do básico, que é lutar. Você vai lutar, e lutar, e lutar, e lutar, e quando acha que vai dar uma respirada, você luta de novo! Há tanta batalha no jogo que você fica overlevel muito rápido e nem se preocupa mais em ser derrotado na metade do jogo.
Claro que tanta luta é para dar uma sobrevida ao jogo para ele não ficar curto demais. Afinal o Anime é praticamente o Seiya correndo de um lado para o outro desferindo Meteoros de Pégaso. E para ajudar nessa tarefa o jogo conta com dungeons, muitas dungeons, ao melhor estilo labirinto para você se perder enquanto enfrenta muitas o que? Sim, batalhas! Algumas dessas dungeons nem fazem sentido, Por exemplo uma dungeon na arena do torneio galático, nas escadarias das 12 casas e nos pilares dos Marinas.
E claro uma coisa que me chamou muita atenção, os textos e diálogos. Eu joguei o jogo traduzido então pode ter sido só a tradução, mas não duvido que no original japonês não seja muito diferente.


Como o Seiya me tropeça no meio da luta?! Ah, e você acha que o inimigo vai aproveitar pra atacar né?

 ERROU!



Abaixo segue outros momentos grandiosos das lutas.




 
 


E os diálogos dos npcs não lá.... bom, eles não são de falar muito. Praticamente não saem do básico e quando é necessário falar com um deles você praticamente tem que falar com todo mundo praí sim
algum npc em algum outro lugar mudar sua fala para aí sim, por exemplo, abrir uma dungeon. Só que, não há nenhuma dica para isso, você praticamente roda em círculos até se tocar no que tem que fazer.

A trilha sonora, bom, não tem, são basicamente duas músicas que tocam o tempo todo ( O TEMPO TODO), então a melhor coisa é colocar no mudo e deixar Led Zeppelin tocar.

Apesar disso, não é um jogo ruim, e sim bizarro, não é a maior maravilha do mundo e parece ter sido feito com um pouco de preguiça, mas é um RPG bem basicão mas serve de curiosidade para quem é fã de CDZ e de RPGs. O problema ao meu ver é como seria jogar isso no Game Boy, não dá para salvar a qualquer momento, dentro de dungeons ou antes de alguma batalha decisiva você não pode salvar, aí imagina a pilha acabar no meio de uma luta? No mínimo frustrante.



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