quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Amon Sûl: A torre de vigia

Conhecido também como o Topo do Vento, nos anos antigos abrigava a Torre de Amon Sûl, um ponto estratégico do reino de Arnor, construído a mando do próprio Elendil e que abrigava uma das palantíri mais poderosas, assim podendo se comunicar com cidades mais distantes, como Gondor.
É dito que Elendil viu a chegada do exército de Gil-Galadad em Amon Sûl antes de marcharem em direção a Mordor e combaterem juntos contra Sauron na Última Aliança.

Elendil e Gil-Galad



Na Terceira era, com o enfraquecimento do reino de Arnor e sua divisão em três reinos, Rhudaur, Cardolan e Atherdain, a torre de Amon Sûl se tornou muito desejada pelos três reinos devido a sua posição e principalmente pelo poder da palantíri, fazendo os reinos entrarem em embates pelo controle da torre. Até que em em 1356 da Terceira Era, quando a torre era controla pelo reino de Atherdain, o rei Agerleb I foi mordo pelas forças de Rhudaur, que havia sucumbido e se aliado a Angmar.
Averleg, filho de Agerleb conseguiu rechaçar as forças de Angmar e Rhudaur por algum tempo, porém em 1409, Averleg pereceu e a torre de Amon Sûl foi queimada e destruída. O palantíri foi salvo pelas forças de Atherdain e posteriormente se perdeu no mar.
Aragorn leva os hobbits até o Topo do Vento



















Com o passar dos anos apenas ruínas restaram de Amon Sûl. Em 3 de outubro de 3018 da Terceira Era, Gandalf é surpreendido na torre pelos Nazgûl. Após a batalha, Gandalf deixa uma pedra com a runa G como aviso para Aragorn, caso ele passasse por ali. E estava acerto, pois três dias depois Aragorn chega com os hobbits até o Topo e Frodo é ferido pelo Rei Bruxo.

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