segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Game Boy Review #12: Bionic Commando

Doraize Army, comandada pelo Doutor Wiseman, está preparando uma investida para dominar o
 mundo! E o agente Super Joe é enviado para investigar o projeto Albatross, porém ele desaparece e cabe a nós resgata-lo, acabar com o projeto Albatross, derrotar Doutor Wiseman e salvar o mundo! Parece muita coisa pra um cara fazer sozinho, ainda bem que temos um braço bionico que tem um super gancho pra ficar balançado pelas plataformas.
Podemos resumir Bionic Commando como difícil mas bom, mas um pouco frustrante, principalmente na parte final do jogo, e masterizar o uso da Grappler ( o braço biônico) é essencial, afinal nem pular o personagem pula. Onde já se viu, um super soldado biônico que não sabe pular...
O level design é feito pra potencializar o uso da Grappler, sendo bastante competentes e você sente aquela satisfação de conseguir superar as dificuldades das fases.Os chefes não são muito difíceis, sendo o desafio maior do jogo as fases.
O personagem ao decorrer da aventura ganha power-ups, ficando com mais vidas e armas diferentes.
A trilha sonora é excelente, como em praticamente todo jogo da Capcom na época, e consegue dar aquela empolgada mesmo você tendo morrido várias vezes.
O que pega mesmo é a parte final do jogo, que não vou spoilar aqui, mas posso dizer é que: prepare-se para morrer muito!

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